User Experience: O usuário é rei

Por que é importante ter um planejamento de UX no seu negócio?

Marina Paixão

Custommer Success

15 de junho de 2021 Infraestrutura


A sigla UX, do Inglês User Experience, quer dizer “experiência do usuário” e engloba toda a jornada do cliente, desde o momento em que ele procura uma solução para seu problema, até o pós compra. Este é um termo que vem ganhando muito espaço ultimamente, mas que surgiu na década de 90, criado pelo vice-presidente de tecnologia avançada da Apple na época, o professor de ciência cognitiva, Donald Norman. 

Donald Norman explicou o porquê de ter criado esse termo: “interface do usuário e usabilidade eram muito restritos; eu queria cobrir todos os aspectos da experiência de uma pessoa com o sistema, incluindo design industrial, gráficos, a interface, a interação física e o manual." Portanto, podemos dizer que o User Experience está presente em todo e qualquer tipo de produto ou serviço, tanto na web como no meio  físico também. 


Áreas que englobam o UX 

Como o usuário passa por diferentes etapas de uma experiência, o UX engloba várias áreas. Existem algumas representações de especialistas e um dos mais comuns é o infográfico de Dan Saffer, a partir do qual  podemos ter uma noção da dimensão da área:


Cada área possui sua especialidade e, juntas, contribuem para que o usuário tenha uma melhor experiência na web ou no meio físico. Além disso, é necessário levar em conta alguns princípios básicos, tais como: a viabilidade, a partir da qual se verifica o retorno do projeto; a capacidade, que analisa se é possível implementar e se há recursos e pessoas necessárias; e a desejabilidade, que parte do princípio de tornar o produto algo que o usuário tenha vontade de consumir.


A importância da pesquisa em UX

O objetivo do profissional de UX é encontrar soluções para as “dores” das pessoas e deixar o produto/serviço o mais simples possível, isto é, “reduzir o complexo do essencial”. Para isso, uma boa prática é realizar pesquisas com os usuários, que podem ocorrer ao longo de todo o processo do projeto, inclusive com usuários de áreas distintas. 

Na pesquisa, é importante analisar características físicas e psicológicas, bem como preferências e hobbies. O ambiente em que está inserido o usuário também deve ser levado em conta e, ainda, o que ele escuta dos amigos, quais as suas necessidades e seus objetivos. A partir daí, é preciso definir as alterações viáveis de serem feitas, desenvolver as melhorias e aplicar no produto/projeto final.

As entrevistas de pesquisa com o usuário podem ser tanto contextuais como em profundidade. No primeiro caso, você assiste, observa, ouve e faz anotações enquanto o usuário trabalha. Assim você entende as alegrias e as dores do público-alvo. No caso da entrevista em profundidade, você busca entender as crenças e desejos dos clientes – esta é uma maneira de mergulhar no universo do público-alvo. 

Em resumo, a pesquisa em UX tem por objetivo entender quais os problemas, necessidades ou desejos que as pessoas possuem, entendendo como elas pensam e aprendendo a pensar como elas. 

Ao criar soluções para entregar a melhor experiência para o usuário, o profissional de UX deve levar em conta que o aspecto emocional é o importante elo entre as pessoas e os aparatos tecnológicos.


O cliente é coautor

Ao desenvolver um novo projeto, o cliente deve ser coautor de todo o processo da solução por meio de feedbacks, pois, assim, ele pode compreender toda a complexidade. É importante trazer também para a coautoria outros agentes externos, como fornecedores e consumidores – estes últimos são importantes para entender quais comportamentos eles não estavam conscientes. 


“O planejamento de produtos digitais complexos, especialmente aqueles que interagem diretamente com seres humanos, precisam de esforço inicial significativo de designers profissionais.” 

– Alan Cooper 


Nós da Witix, proporcionamos aos nossos clientes, o acompanhamento do desenvolvimento de sua ideia ou projeto do início ao fim. Acreditamos que os projetos feitos em conjunto, se tornam mais completos, uma vez que diferentes pontos de vista são utilizados para chegar a uma ideia em comum.



Autores: Marina Paixão e Robério Gonçalves


Imagem de Anastasia Gepp por Pixabay

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